O Instituto SOS Ayahuasca foi fundado por um coletivo que busca conscientizar a sociedade sobre a importância da proteção, preservação e resguardo das matrizes nativas das espécies do cipó comumente conhecido como Jagube, Mariri, Yagé, nomeado cientificamente como Banisteriopsis Caapi, e da Rainha ou Chacrona, cientificamente conhecida como Psychotria Viridis, assim como contribuir positivamente para o fortalecimento e resistência das comunidades que fazem o uso tradicional do chá, seus saberes e culturas, reconhecendo a necessidade de diálogo e ação conjunta com as guardiãs e guardiões desses conhecimentos.
O projeto teve início em 2015 a partir dos trabalhos de Augusto César Nagy, professor da UFAC, e Luciano Ribas, pesquisador da EMBRAPA.
Hoje, Camila Karol Lins Ikeda assume a direção do Instituto em conjunto com Marta; Dasu Huni-Kuin, diretor de articulação indígena; Elizandro Rincon, diretor de logística e expedições; Paulo Fernandes, responsável pela gestão e tecnologia; Kevin Ferreira, que atua na comunicação e captação de recursos e Saulo Schetini, na frente de pesquisa e educação.
O Instituto promove campanhas de conscientização, projetos de plantio sustentável, redes de educação, pesquisa e colaboração, a criação de bancos de germoplasma, responsáveis pela preservação do material genético das plantas sagradas, e articula uma conexão entre centros e igrejas para o compartilhamento de sementes. Trata-se de uma iniciativa que visa impactar toda a cadeia produtiva da ayahuasca, desenvolvendo projetos em diálogo com os povos da floresta e buscando a preservação da biodiversidade brasileira.
O Instituto SOS Ayahuasca foi fundado por um coletivo que busca conscientizar a sociedade sobre a importância da proteção, preservação e resguardo das matrizes nativas das espécies do cipó comumente conhecido como Jagube, Mariri, Yagé, nomeado cientificamente como Banisteriopsis Caapi, e da Rainha ou Chacrona, cientificamente conhecida como Psychotria Viridis...